terça-feira, 20 de novembro de 2012

                      Algumas pessoas são 
               como bolhas de sabão: lindas
                            e vazias...

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A Julieta era uma idiota. Porque ela se apaixona por aquele cara que ela sabe que não pode ter. Todo mundo acha isso tão romântico: Romeu e Julieta, amor verdadeiro, que triste. Se Julieta foi burra o bastante para se apaixonar pelo inimigo, beber uma garrafa de veneno e ir repousar num mausoléu, então ela teve o que merecia, e até hoje, eu acredito que, na maior parte do tempo, o amor é uma questão de escolhas. É uma questão de tirar os venenos e as adagas da frente e criar o seu próprio final feliz. Você pode desperdiçar sua vida construindo barreiras e fronteiras ou então você pode viver ultrapassando-as. Mas há algumas que são perigosas demais para serem cruzadas. E aí vai o que eu sei: se você estiver disposto a se arriscar, a vista do outro lado é espetacular.
       

Grey’s Anatomy.  

terça-feira, 6 de novembro de 2012

    A garota mais bonita que eu conheço não é nenhuma miss, nem engata tantos olhares quando passa por aí. A garota mais bonita que eu conheço nem acha que é bonita. Acha graça e não acredita quando eu à digo assim. A garota mais bonita que eu conheço não faz nada para parecer bonita, não faz boa maquiagem, não usa jóias ou roupas da moda, não vai pra academia nem tem belo manequim. A garota mais bonita que eu conheço simplesmente sorri, e, quando sorri, ela é a garota mais linda do mundo!

tenho que parar de ser idiota
[...] E de uma hora pra outra tudo muda...

Quando eu tiver minha filha, vou ensinar a ela que príncipes encantados existem sim, mas não como nos livros, como nos contos de fadas. O verdadeiro príncipe encantado, na maioria das vezes não tem um cavalo, ou até um carro, mas isso não
importa, ele vai até a sua casa a pé, só pra ver você. O príncipe encantado não precisa ter as melhores roupas, roupas de gala, pra ser um príncipe. Ele tem que tratar uma garota bem, com respeito, sem magoa-la. Vou ensinar a minha filha, que o príncipe deve ser gentil, e trata-lá com carinho. Que o verdadeiro príncipe é fiel, não trai, não machuca o coração da princesa. Direi a ela, porém, que encontrar um príncipe é muito difícil, não irei iludi-la, como fizeram comigo. E se ela perguntar se já conheci um príncipe, terei a felicidade de dizer que sim, e que ela pode ter orgulho em chamar o meu príncipe, de pai.